Nunca houve um desinteresse tão
grande pelos jogos de futebol em todo Mato Grosso do Sul. A relação entre o EC Comercial,
da capital com sua torcida, por exemplo, passa por uma crise de confiança. A
diferença entre aquela torcida que o Comercial imagina ter e aquela que
realmente ele tem, é muito grande. Os números de público e renda na Série D, Última
Divisão do Brasileirão, demonstram isso. O “manda-brasa” virou uma “fagulha”,
não atrai mais ninguém. Seu público está em queda livre: nos 3 jogos que
disputou em casa suas rendas não pagaram nem as despesas do “pipoqueiro”. Seus indicadores
foram piorando dia-a-dia. Nem mesmo a vitória sobre a Caldense na 6ª rodada, atraiu
público para o jogo seguinte no qual derrotou o Operário-VG, por 2 X 0. A
eliminação na semana passada já era esperada. Vejam o borderô de seus 3 jogos
no Estádio Jaquinha. Comercial 1 X 1 Aparecidense: público total de 759 e renda
de R$ 9.000. Comercial 0 X 1 Caldense: público total de 592 e renda de R$
6.700; Comercial 2 X 0 Operário VG: público total de 407 e renda de R$ 3.700. Enquanto
mídia, torcedores, dirigentes e FFMS não aceitaram a pecha de “AMADORES” e não
radicalizarem em uma “limpeza” geral... a coisa vai ficar cada vez mais preta.
Time profissional de MS na Primeira Divisão, sonhando, só depois de 2020. E
olhe lá...

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